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Nova mesa diretora do TCE-BA para o biênio 22-23 toma posse

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Em cerimônia realizada na tarde desta quarta-feira, 4, os membros da nova mesa diretora do Tribunal de Contas do Estado da Bahia para o biênio 2022/2023 foram empossados. O evento ocorreu no plenário da Corte, no Centro Administrativo da Bahia.
Fazem parte do corpo agora como presidente, o conselheiro Marcus Presídio, Antônio Honorato de Costa Neto será o seu vice, e Gildásio Pena Filho assume como corregedor. Eles foram eleitos no último dia 16 de dezembro, junto com o novo diretor da Escola de Contas Conselheiro José Borba Lapa (ECPL), conselheiro Inaldo da Paixão Santos Araújo, e o Ouvidor-Geral, João Evilásio Bonfim.
Estiveram na solenidade o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Adolfo Menezes (PSD), o prefeito de Salvador, Bruno Reis (DEM), o presidente da Câmara Municipal de Salvador, Geraldo Júnior (MDB), e o ministro da Cidadania, João Roma.Outros presentes foram a procuradora-geral de Justiça da Bahia, Norma Cavalcanti, e o procurador-geral do Estado, Paulo Moreno.
Representando o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), na ausência do presidente Lourival Almeida Trindade, compareceu o desembargador Carlos Roberto Santos Araújo, assim como o comandante-geral da Polícia Militar da Bahia, Paulo Coutinho.
Infectado com Covid-19, o novo corregedor Gildásio Pena Filho participou da cerimônia de forma virtual. No seu discurso, ele agradeceu a todos os servidores do TCE, com quem divide o trabalho em todos os anos de carreira e a responsabilidade de servir à “população baiana”.
Gildásio fez elogios ao presidente e “colega” Marcus Presídio, o agora presidente do órgão, que na sua visão chegou ao cargo devido à sua “atuação firme, idônea, correta e séria” como funcionário do TCE.
Com a palavra, Marcus Vinícius de Barro Presídio jurou exercer o trabalho observando o cumprimento da Constituição Federal e do Estado da Bahia, e fez um longo agradecimento aos familiares em seu discurso. 
O presidente do TCE-BA se solidarizou com as vítimas de Covid-19 e com todos que perderam entes queridos pela doença, bem como prestou uma homenagem aos baianos afetados pelas enchentes que atingiram o sul e sudoeste da Bahia, principalmente.
‘Eu começo agradecendo a Deus pela minha vida, ele tem sido generoso comigo […] é uma honra estar sendo empossado hoje no Tribunal de Contas da Bahia, estou lisonjeado pela confiança em mim depositada. A vida não tem sido fácil nos últimos anos pelos desafios da pandemia, perdemos amigos, entes queridos. Presto nesse momento meus sinceros sentimentos, me solidarizo com as vítimas recentes das chuvas. Perdi ainda muito cedo o meu pai […] dedico à minha família esse momento especial, que sei que onde estiverem estarão orgulhosos da minha trajetória”, declarou.
Marcus Presídio recordou o tempo em que trabalhou como assessor na Alba, e fez um agradecimento (in memoriam) ao deputado Luiz Eduardo Magalhães, falecido em 1998.
“Um grande político de boa natureza que me abriu as portas, saúdo a sua memória com gratidão”, citou.
Ele destacou a importância da atuação dos tribunais de conta para conseguir dar à população uma “melhor qualidade de vida” por meio da melhor utilização dos “recursos públicos”.
“O espírito de cidadania impõe aos tribunais de conta novos procedimentos, para evoluir no controle externo, que significa aprimorar os serviços oferecidos visando ofertar melhor qualidade de vida à população, assegurando o melhor uso dos recursos públicos”, destacou Presídio.