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Projeto Gira Mundo: Motumbá recebe Serginho, do Adão Negro, e a cantora DAI no Pelourinho nesta sexta (18)

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Motumbá - Gira Mundo

Evento acontece no Largo Pedro Archanjo e terá formato de baile a fantasia, abertura do DJ Fábio e surpresa para o público no ato final da apresentação

Depois de duas edições de sucesso, em janeiro e fevereiro, a banda Motumbá (@motumbaoficial), segue suas apresentações de verão no Largo Pedro Archanjo, Pelourinho, nesta sexta (18.2), a partir das 19h com entrada gratuita, abertura ao som do DJ Fábio, e participação especial do cantor Serginho, da banda Adão Negro (adaonegrooficial), e da cantora DAI (cantoradai). O evento vem respeitando a capacidade do local e todas as exigências sanitárias definidas por decreto público.

O primeiro convidado da noite, o cantor Serginho, trará toda sua influência do reggae para o palco do largo, onde também iniciou a carreira com o Adão Negro. “Nossa história começou no Pelourinho. Nosso coração pulsa forte no local onde tudo começou. Porque precisamos voltar e agradecer aos nossos antepassados, suas lutas, suas vitórias e seus ensinamentos, e junto a MOTUMBÁ então…”, ressaltou Serginho.

Já a cantora DAI, vem cheia de atitude à frente do movimento pagotrap, mostrar todo suingue que a Bahia tem. “Eu tô muito feliz com essa parceria com a Motumbá e Alexandre Guedes que são grandes referência para mim. Tenho certeza que será um grande evento e vamos cantar juntos nossas riquezas baianas”, disse DAI

Para esta terceira edição do ensaio, Alexandre Guedes, vocalista da Motumbá, preparou repertório que inclui as duas novas faixas recém lançadas – Gira Mundo e Naná, muito axé e clássicos da música nacional, além de convidar o público a usar algum adereço que remonte o espírito dos bailes carnavalescos como; máscara de personagem, glitter, chapéus, mamães sacode e o que mais a imaginação permitir. “Vamos matar a saudade da folia momesca, sem descuidar da saúde e das exigências sanitárias”, ressaltou Alexandre.

Para o último ato do show, a Motumbá prepara um mega “gran finale” que deve contagiar o público para além dos limites do Largo Pedro Arcanjo. “Vou trazer a forte influência que tenho do samba de roda, o famoso Bororó, e as músicas novas que são muito especiais para mim e que nasceram durante nosso isolamento. Vamos fazer um cortejo de amor e cuidado ”, contou Guedes.

Além das fantasias e a surpresa proposta pelo grupo, o Projeto Gira Mundo trará, mais uma vez, o “Motumbalé”, que vai enfeitar e encher o palco de beleza com coreografias que remontam às letras do grupo.

Sobre a faixa “Gira Mundo”

A canção Gira Mundo, que dá nome ao projeto de verão do grupo, ganhou clipe inspirado na estética gamer. A animação retrata o vocalista da Motumbá como um guerreiro, e tem o mudra – marca da Motumbá – como um portal. Assista: https://youtu.be/uuwxX0u2wzE

Serviço:

O que: Projeto Gira Mundo – Motumbá

Convidado: Serginho – Adão Negro

Onde: Praça Pedro Archanjo, Pelourinho

Quando: 18 de fevereiro de 2022

Horário: 19h

Valor: Grátis – 1kg de alimento não perecível ou lata de leite (opcional)

Realização: Mafuá Produções Artística

Fotos Motumbá: Rafael Rodrigues / divulgação

Foto Adão Negro: Rodrigo Magalhães / divulgação

Foto DAI: divulgação

SOBRE MOTUMBÁ

A banda liderada pelo cantor, compositor e instrumentista Alexandre Guedes, 52, (passagem pela Timbalada e Baianada) nasceu em 2004 e logo caiu no gosto do público com o hit Bororó. Com inspiração na percussão de matriz africana e nos sambas de raiz e no merengue, ritmos que acompanham Alexandre desde a infância no bairro do Candeal, foi concebida a identidade sonora da Motumbá: afro-pop-caribenha.

À frente do grupo, Guedes alia a experiência de uma trajetória artística de mais de 25 anos à energia de quem vivencia a arte em constante renovação.

A Motumbá nasceu com a proposta de criar uma linguagem musical que incorporasse elementos de nossa cultura. Ao mesmo tempo, queremos transmitir uma mensagem de paz e boas vibrações”, explica o músico.

A escolha de cada instrumento musical utilizado pela Motumbá é afinada com a proposta da banda: Atabaques, djembês e klongs representam a cultura afro-brasileira. As tamburicas, malacachetas e caixas, tradicionais das escolas de samba, trazem para o universo musical do grupo o ritmo sonoro brasileiro por excelência.

Antes da Motumbá, os afoxés eram os únicos que usavam atabaques nos shows. Trouxemos esses instrumentos para o palco com uma afinação diferenciada, em que três músicos tocam de uma só vez. O resultado é um som menos estridente e metálico, mas com grande força percussiva”, explica Alexandre Guedes.

PRÊMIO

O Troféu Dodô & Osmar, elege anualmente os melhores do Carnaval baiano, e, em 2007, em sua primeira folia momesca em Salvador, a Motumbá concorreu nas categorias Melhor Música do Carnaval – com o sucesso Bororó, além de Banda e Cantor Revelação. Garantiu o prêmio nas duas últimas.