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23º ENCONTRO NACIONAL PPCAAM acontecerá em Salvador

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O 23º Encontro Nacional PPCAAM celebrará os 20 anos desta importante política, o evento será realizado entre os dias 19 e 22 de setembro de 2023, no Auditório do Tribunal de Justiça da Bahia, Centro Administrativo da Bahia, em Salvador-BA.

Neste ano, o objetivo do encontro patrocinado pelo Governo do Estado é de dar visibilidade ao fenômeno da violência letal que vitima criança, adolescentes e jovens em nosso país, destacando a necessidade de cooperação e implementação de ações protetivas conjuntas com o todo Sistema de Garantia de Direitos. E, reunirá todos que têm unido esforços para a boa execução do Programa ao longo dos seus 20 anos, além de profissionais das equipes técnicas, gestores(as), instâncias de controle, entidades executoras e demais atores das redes de proteção para o compartilhamento de experiências, boas práticas e discussão sobre os desafios enfrentados nessa área.

A proposta do encontro é promover discussões formativas e reflexivas acerca dos diversos temas que perpassam a atuação protetiva e, sobretudo, o exercício profissional frente ao público atendido, que deve considerar aspectos relativos à história de vida, seus laços familiares e comunitários e a busca pela garantia dos demais direitos, tais como saúde, educação, lazer, cultura, segurança, entre outros, na perspectiva de romper o ciclo que os levam até ao Programa. Ao compreender que a ameaça de morte não corresponde a uma relação de causa e efeito, o PPCAAM levanta ainda um debate antigo, porém ignorado devido ao estigma de pobreza e delinquência carregado por esses sujeitos: o da violência letal contra crianças e adolescentes, lançando-se em uma jornada muito maior que o próprio Programa de Proteção.

Durante o evento serão disponibilizados painéis temáticos sobre saúde mental e acolhimento psicológico, inserção Segura em novos territórios entre outros e outras oficinas paralelas destinadas a tratar de temáticas especificamente demandadas pelas equipes profissionais para discussão e elaboração prática, quais sejam: trabalho em rede na proteção de jovens em cumprimento de medidas socioeducativas no meio fechado; a especificidade da proteção para povos originários; a proteção de pessoas com dependência ou uso inadequado de álcool e outras drogas, impacto da internet e novas tecnologias de comunicação no desenvolvimento de crianças e adolescentes; enfretamento dos desafios do acolhimento institucional para a proteção; e o acolhimento familiar como modalidade protetiva.